"Babuíno (do francês babouin) é a designação genérica para antropóides cercopitecídeos do género Papio e afins, caracterizados pelo focinho pontudo, caninos grandes, bochechas volumosas e calosidades nas nádegas."
Ora, há dias, em conversa com a minha querida amiga Teresa, os Babuínos vieram à baila. Bailando? Não...Surgiu, como um entre os muitos assuntos que debatemos diariamente, naquela janelinha do chat gmail, sem a qual já não passamos.
Eu digo-vos já que não gosto. Após um estudo de alguns meses sobre a espécie, concluí que não gosto deles. Não sei. Não sei se são as bochechas volumosas ou os calos nas nádegas que me intimidam...A verdade é que não me inspiram confiança. E a confiança existe, ou não existe (lá está, nada de meios- termos cá para os meus lados). Às vezes quase que uma vida para conquistá-la...Um segundo, para perdê-la.
Acredito, porém, que, como em toda espécie humana e animal, haja uma ou outra ovelhinha branca no meio das negras.
Babuínos, falamos de Babuínos. Para já fica este apontamento acerca dos nossos parentes de rabo vermelho e cara feia...Sobre a restante família dos pongídeos, falaremos mais tarde. "Quem viver verá..."!!!! Para já Teresa, seguidores, tenhamos cuidado com os Babuínos das nossas vidas.

gostei particularmente das "bochechas volumosas e calos no rabo". acho que já vi esta espécie em algum lado....sentados inertes em frente à tv ou ao pc??? talvez, não me recordo... ;) Carla Tavares
ResponderEliminarIsso os Babuínos da vida de cada um, são os Babuínos da vida de cada um. Se os teus gostam de assistir ao BBC vida selvagem, olha...são gostos! :D
ResponderEliminarAiii, expões assim as nossas conversas privadas e super interessantes?!! ;p
ResponderEliminarIsto porque quem nos conhece sabe com que baralho jogamos, e quem nos conhece sabe também que nos preocupamos com coisas, né?!
Conclusão: às vezes é preciso ir lá atrás aos nossos antepassados mais feios e de hábitos menos próprios para entender porque é que eles continuam 'macacos' e nós não!!
Beijos **
Há assuntos que vale a pena debater e dar a conhecer, que seja, para o bem da humanidade disposta a compreender a evolução.
ResponderEliminarSim, porque a que não compreende e na era da informação despida de tabus, em que vivemos, não vai compreender nem hoje, nem num futuro próximo ou longínquo.
Tenhamos fé!
Bêju!!!!
Amén!! (lol)
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